Google+ Meu Mundo: Breathplay - Asfixia Erótica (Parte 2)

domingo, 18 de dezembro de 2011

Breathplay - Asfixia Erótica (Parte 2)


Continuando o post Breathplay - Asfixia Erótica (Parte 1) e só relembrando que Asfixia Erótica é o ato de se potencializar o prazer sexual mediante ao estrangulamento erótico do parceiro (a diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro aumenta o prazer sexual e a ejaculação acontece no limite da inconsciência e a sensação de agonia aumenta o prazer). Vamos a mais alguns tipos de "sufocações".

Facesitting:
Uma sentada na cara: isso é o facesitting. A clássica posição de dominação feminina dá à mulher o poder de controlar o sexo oral como ela gosta e a liberdade de rebolar no ritmo que sente mais prazer. Pode envolver submissão de quem está por baixo, mas não há regras específicas… Se for usado de uma forma mais hardcore, se torna uma técnica com uma tendência mais "humilhante". Mas num Facesitting tradicional, apesar da parceira ficar sentada na cara do "submisso", ele não deverá ficar sem ar. Pode parecer altamente angustiante, mas ao contrário do sufocamento, no Facesitting o parceiro inferior não é privado de respirar.

Eric Stanton fez sucesso na década de 1950 com histórias em quadrinhos totalmente pervertidos de BDSM. Produziu cards e ilustrações carregados de história, que sugerem toda a situação, desde o seu início. Desenha mulheres dominadoras, fortes, de seios enormes. Stanton produziu uma série de imagens só de facesitting.



Além dos citados nos posts, autoasfixia (quando a própria pessoa aplica em si o ato), estrangulamento (mãos ou braços estrangulando o pescoço), máscara de Gás (máscaras para conter a passagem de oxigênio), sacos plásticos (saco ou filme plástico na cabeça para conter a passagem de oxigênio), hand smothering (mãos tampando boca e nariz) e agora o Facesitting (asfixiar sentando na face), temos outros tipos de asfixia erótica, como Breast Smothering (asfixiar com os seios), garroteamento (uso de cordas, lenços e outros em volta do pescoço para asfixiar), trampling (asfixiar pisoteando, seja pela compressão no tórax ou pés no pescoço), afogamento (mergulhar a cabeça na água).

Pra finalizar um pouco de mais do mesmo explicando sobre cuidados e riscos

Ter consciência que há risco de morte.
Confiar no outro durante a prática é primordial, crie um código (algo com dois tapas na cama ou no braço talvez), mas se lembre que durante o ato pode haver certa desorientação, portanto, estar com alguém que seja extremamente consciente é essencial.
Evitar estar alcoolizado, asfixiador e asfixiado. O álcool muda os parâmetros de julgamento e pode colocar em risco o prazer e a vida.
Estar preferencialmente sentado ou recostado é mais seguro. Dessa maneira o asfixiado pode pousar a mão no braço do asfixiador, pode ser um bom sinalizador se o braço pender com um possível desmaio.
Se estiver asfixiando por trás com o braço (chave de braço em volta do pescoço), uma boa dica é estar diante do espelho. Assim é possível observar melhor as expressões e reações do outro.
No caso de desmaio soltar imediatamente para liberar a circulação sanguínea.
Um tapa na face, de susto, ajuda também na reativação da circulação sanguínea.
Se a liberação do estrangulamento e nem o tapa der jeito, aí imediatamente ligue para a emergência e tentando uma respiração boca a boca e massagem torácica. (Lembra que a primeira dica foi a de que há risco de morte?)

Cuidado, Atenção e Responsabilidade, no mais divirtam-se.
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