Mostrando postagens com marcador Relacionamento & Sexualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Relacionamento & Sexualidade. Mostrar todas as postagens

Libido em Neurodivergentes: Alta Habilidade / Superdotação - AHSD

Quem tem alta habilidade ou é superdotado(a) costuma ter uma mente que não para e isso vale pra sexualidade também. A busca por conexões profundas, sentido e novidade costuma ser a regra, não a exceção.

O que aparece na experiência sexual?

  • Desejo intenso, mas seletivo: não basta só o físico, tem que ter cabeça junto.
  • Curiosidade sexual elevada, vontade de explorar fantasias, aprender e experimentar.
  • Às vezes, dificuldade para “descer do salto” e relaxar no momento.
  • Busca por significado e autenticidade, o que pode tornar a vida sexual cheia de expectativas.

O que ouvimos:

  • "Preciso sentir uma conexão que vá além do corpo."
  • "Às vezes meu cérebro quer mil coisas e meu corpo não acompanha."
  • "Explorar o prazer é uma forma de autoconhecimento e expressão."

O que ajuda a deixar o sexo mais leve e gostoso?

  • Permitir-se estar presente no momento, praticando mindfulness sexual.
  • Explorar o diálogo aberto sobre fantasias e limites.
  • Desafiar a própria mente a relaxar e curtir o corpo, sem pressa.
  • Terapia ou coaching sexual para alinhar mente e corpo.

Ser superdotado(a) não significa só ter cérebro afiado. É ter uma sexualidade rica, intensa e cheia de nuances que merecem ser vividas com liberdade.

Conclusão

Depois de percorrer os caminhos da sexualidade em diferentes formas de neurodivergência, fica claro que não existe um roteiro único. O desejo muda, o corpo responde de outro jeito, os estímulos são outros e tá tudo bem. Cada cérebro sente, pensa e goza à sua maneira.

O que essas vivências mostram é que autoconhecimento e aceitação são chaves poderosas pra uma vida sexual mais livre, gostosa e sem culpa. E que, sim, às vezes vai ser preciso ajustar o volume da cabeça pra escutar melhor o corpo ou criar rituais próprios pra acessar o prazer com mais tranquilidade.

Não importa se o seu desejo vem em rajadas, se o toque precisa ser combinado antes, se a conexão emocional pesa mais ou se o tédio bate depois da primeira vez. Isso não te faz errado(a), estranho(a) ou incapaz. Só te faz diferente. E o diferente, quando bem entendido, pode ser maravilhoso.

Que essa série sirva como convite pra conversar mais, explorar com menos culpa e viver sua sexualidade de forma autêntica. Porque no fim das contas, o que o seu corpo e sua mente querem mesmo é serem vistos, respeitados e, claro, bem aproveitados.

Libido em Neurodivergentes: Transtorno Bipolar

Quem convive com o transtorno bipolar sabe que a vida é cheia de fases: tem hora que é festa, tem hora que é silêncio. E a sexualidade? Segue o mesmo ritmo do sobe e desce emocional, o que pode deixar o desejo meio "doido da silva".

O que rola na prática?
Nas fases de mania ou hipomania, o desejo pode explodir, com busca intensa por sexo, muitas vezes impulsivo e até arriscado.

Nas fases depressivas, a libido pode desaparecer totalmente, junto com a vontade de qualquer coisa.

A instabilidade do humor afeta diretamente a conexão com o parceiro e a sensação de prazer.

Medicações usadas para controlar o transtorno podem diminuir o apetite sexual, complicando ainda mais o cenário.

Depoimentos comuns:
"Tem dias que eu quero transar até cansar, outros que nem sair da cama quero."

"É difícil explicar pra quem tá do lado, porque parece que o desejo vem e vai sem aviso."

"Às vezes fico frustrado(a) comigo mesmo(a) por não conseguir manter a rotina sexual."

Como melhorar essa convivência?
Monitorar os sinais do próprio corpo e humor para entender quando o desejo está no pique ou na baixa.

Comunicação transparente com o parceiro sobre o que está rolando emocionalmente e sexualmente.

Terapia para fortalecer o autocuidado e ajudar a lidar com as oscilações.

Revisar medicações com o psiquiatra, buscando equilíbrio entre saúde mental e sexualidade.

Sexo com bipolaridade é uma viagem louca que, com paciência e suporte, pode ser muito prazerosa e verdadeira.

Libido em Neurodivergentes: Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

 

Se tem um transtorno que sabe como transformar qualquer coisa numa montanha-russa, esse é o Borderline. E o sexo? Ah, o sexo é um daqueles brinquedos que pode ser a maior adrenalina e também o maior caos.

Como o TPB costuma afetar a vida sexual?
Impulsividade lá no limite: se pula para o sexo sem pensar direito nas consequências.

Medo gigante de abandono, que vira um baita problema na hora de confiar e se entregar.

Intensidade emocional extrema, o desejo pode explodir ou sumir do nada, como uma tempestade.

Ciclo de idealização e desvalorização do parceiro, que bagunça a conexão.

O que quem vive isso relata:
Sexo como forma de se sentir amado, seguro, aceito e também como fuga de angústias.

Dificuldade em manter relações sexuais estáveis e prazerosas, porque a mente está sempre numa guerra.

Variações bruscas de libido, entre momentos de hiperatividade sexual e apagões completos.

Sensação de vazio e tédio após a “tempestade”, que pode gerar mais insegurança.

E o que pode ajudar?
Terapia dialética-comportamental (TDC) ou outras que ajudem a regular as emoções e os impulsos.

Diálogo sincero e aberto com o parceiro, para criar um espaço seguro e acolhedor.

Trabalhar o autocuidado e o amor próprio, porque ninguém merece viver no modo “desespero”.

Se houver medicação, ajustar com psiquiatra para evitar que os efeitos colaterais prejudiquem o desejo e a sensação de prazer.

No fim das contas, sexo com Borderline pode ser intenso e confuso, mas também pode ser profundamente libertador, desde que se aprenda a navegar nessa montanha-russa com mais controle e amor por si mesmo.


Libido em Neurodivergentes: TEA


Pessoas no espectro autista (TEA - Transtorno do Espectro Autista) têm uma relação com o corpo e com o outro que pode ser diferente do que muita gente espera. A sexualidade no TEA não é menos intensa, só precisa de um outro ritmo, mais clareza e, às vezes, menos barulho (literalmente).

O que costuma aparecer com mais frequência?
Hiper ou hipo-sensibilidade ao toque. Tem gente que sente tudo demais (e se incomoda), e tem quem precise de estímulos mais intensos pra realmente perceber o prazer.

Dificuldade com comunicação não verbal, aquelas entrelinhas do flerte, do clima, do “vem cá” podem ser confusas.

Foco intenso em interesses específicos, que pode se refletir também em fantasias sexuais bem particulares.

Dificuldade em perceber as próprias emoções e as do outro (alexitimia), o que pode atrapalhar a conexão afetiva e sexual.

O que ouvimos de quem vive isso:
Dúvidas sobre como seduzir ou se deixar seduzir.

Confusão com sinais sociais durante o sexo.

Desconforto com certas texturas, cheiros ou tipos de toque.

Algumas pessoas também relatam uma libido intensa, mas com dificuldades em encontrar com quem dividir isso de forma segura.

O que pode ajudar?
Acordos claros e combinados prévios: segurança e previsibilidade deixam o corpo mais à vontade pro prazer.

Comunicação direta e sem joguinhos: sim, o literal pode ser sexy!

Explorar o erotismo respeitando as particularidades sensoriais (escolher o ambiente, tipo de toque, tempo, cheiros, sons...).

Terapia que ajude na leitura de emoções e expressões, além do desenvolvimento da sexualidade com mais autonomia.

Sexo com TEA não é um “problema” a ser resolvido. É apenas uma dança diferente, com outro ritmo... quando os passos se encaixam, pode ser uma experiência profunda, honesta e incrivelmente prazerosa.


Libido em Neurodivergentes: TDAH

Imagem sobre Sexualidade e Neurodivergência

Quando falamos de sexualidade, muita gente ainda imagina um modelo “padrão” de desejo, prazer e comportamento íntimo. Mas... e se o seu cérebro não seguir esse padrão? Se você for neurodivergente, ou seja, se tem um funcionamento neurológico diferente da maioria, como no TDAH, TEA, Transtorno Bipolar, Borderline ou Superdotação – é bem provável que sua experiência com o sexo também fuja do “normal”.

Isso não é problema. É só outra forma de viver o prazer.

Neste espaço, vamos falar sem frescura (mas com respeito e acolhimento) sobre como diferentes formas de neurodivergência impactam a vida sexual. Os desafios, as potências, os conflitos, as soluções possíveis. Nada de papo acadêmico ou diagnóstico seco, aqui a gente conversa com quem vive na pele (e na mente) essas experiências.

Além disso, vou traduzir aqui os resultados de um estudo que desenvolvi com base em relatos reais de pessoas neurodivergentes. As amostragens coletadas nesse levantamento estão integradas ao conteúdo, trazendo ainda mais vida e verdade ao que você vai ler.

Então bora mergulhar nesse universo onde o desejo também tem nuances, intensidade e caminhos únicos?

Começando com TDAH:

Quem tem TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) costuma viver com a mente a mil por hora e isso, claro, também se reflete na vida sexual. E não, não é só sobre transar mais. É sobre como o cérebro busca estímulos, se entedia fácil e pode acabar usando o sexo como forma de aliviar o turbilhão interno.

O que a ciência já percebeu:

Pessoas com TDAH tendem a iniciar a vida sexual mais cedo, ter mais parceiros e, às vezes, se expor a mais riscos – como sexo sem proteção. Parte disso vem da impulsividade típica do transtorno, da busca constante por novidade e da dificuldade em medir consequências no calor do momento.

E a medicação?

Sim, o famoso metilfenidato (e outros remédios usados no TDAH) pode ajudar a reduzir comportamentos impulsivos e até mexer no apetite sexual. Algumas pessoas relatam que ficam mais centradas, menos compulsivas, outras sentem o desejo sexual diminuir. Cada corpo reage de um jeito.

O que ouvimos de quem vive isso:

  • Libido instável, que vai do 8 ao 80.
  • Dificuldade de se concentrar durante o sexo.
  • Tédio depois que a novidade passa.
  • Uso do sexo como fuga emocional ou válvula de escape.
  • Impacto direto do diagnóstico e da medicação no desejo e nas relações.

O que pode ajudar?

  • Criar rotinas eróticas: sim, rotina pode ser sexy, ajuda a manter o foco e o vínculo.
  • Conversar com o(a) parceiro(a) sobre impulsos, limites e necessidades.
  • Psicoterapia que ajude na regulação emocional e na construção de uma sexualidade mais consciente.
  • Rever a medicação com o psiquiatra se ela estiver afetando demais a libido (pra mais ou pra menos).

No fim das contas, entender o próprio funcionamento é libertador. E com o TDAH, o autoconhecimento é uma ferramenta erótica poderosa. Não é sobre “consertar” nada, é sobre ajustar o volume do rádio pra escutar melhor o próprio corpo e desejo.

O tesão não se enterra no berço

Estava conversando com uma amiga e mais de uma vez me perguntaram o que acontece com a nossa sexualidade quando nos tornamos mães.

Dei à luz quando tinha apenas 16 anos. E talvez o principal é que ninguém lhe avisa que depois dos “aplausos sociais” pelo milagre da vida, o que se segue é um sorteio do que resta de você: os seios não são mais seus, o tempo também não, e o desejo... para onde foi o desejo? O desejo? Paixões proibidas? Para onde foram os orgasmos?

Ser mãe e mulher é uma acrobacia emocional. Vemos essas mulheres sagradas através do cristal imaculado que Deus (ou a culpa social) nos deu. Mas vamos pensar, quando foi a primeira vez que minha mãe - ou a sua - teve um orgasmo depois de abrir o útero para o mundo? Onde estão os dedos curiosos que antes habitavam suas vulvas? Quando elas começaram a fazer sexo novamente por prazer e não por obrigação? Que dia voltaram a se olhar no espelho com desejo, e não com sono ou saudade?

Em que ponto uma mãe desejosa começou a parecer uma ameaça para nós? Quando vamos parar de permitir que elas sejam prostitutas na cozinha e feras na cama, em vez de apenas mártires no berço?

Este post é apenas um escrito contra a idealização pastel da maternidade. Contra todos aqueles que acreditam que uma mãe gostosa, perversa e molhada com desejo entre as pernas é uma contradição.

E é incrível como muitos homens medíocres, acham que uma carícia mal colocada é suficiente para fazer a mulher abrir suas pernas, suas nádegas e seu desejo. Mas não. Às vezes não funciona assim.

E incrível também como o mundo — aquele que aplaude o milagre da vida com a hipocrisia de quem nunca cria filhos — as deixam sozinhas, cuidando da casa, da comida, dos filhos e de uma solidão brutal pendurada em seu pescoço como um colar de tripas.

Bem, em meados de setembro de 91, minha mãe me deu à luz. Ela não se conhecia sexualmente nem explorava muito antes de se tornar mãe. Ela começou sua vida sexual com meu pai e ela passou de desconhecer o próprio corpo a carregar outro dentro de si, sem ter sido dona do seu. 2 anos depois. Outra captura fortuita. E agora éramos 4.

Não havia espaço real para pensar em sexo. Não com uma garota e 3 meninos em cima dela. Não com a pressão de tudo. E quando o corpo gritava e o desejo aparecia clandestinamente, tínhamos que brincar de esconde-esconde. Como se o prazer fosse um crime menor.

Como deve ter sido difícil.
Que injusto também.

Porque ninguém te prepara para querer fazer sexo quando você nem consegue dormir. Ninguém te ensina a se masturbar entre bonecas e mamadeiras. Ninguém avisa que haverá dias em que a única umidade será a do leite escorrendo dos mamilos rachados, e não a do seu sexo molhado.

E ela, minha mãe, sobreviveu.

Às vezes escapando da realidade quando a casa finalmente adormecia. Outros, apenas esperando.

Sua libido nunca morreu. Ela só se apagava sazonalmente, como uma vela que ninguém apaga. E então, quando tudo se alinha — as crianças crescem, os homens se reinventam — tudo volta. A mulher retorna. A prostituta adormecida acorda.

E quando ele retorna, ele o faz com fúria, com renda, com sua roupa íntima totalmente exposta. Porque você não fode mais para agradar. É levada a existir.

Minha mãe me contou que o amor da vida dela chegou tarde, mas chegou como um relâmpago que iluminou sua carne. “Era como se todo o seu corpo estivesse brilhando”, me disse.

E então eu entendi: não há nada mais poderoso do que uma mãe que felizmente recomeça.

Em 2008 foi minha vez, mas já estava mentalmente preparada... Só que as coisas na maternidade não parecem tão fáceis quando você não as vivencia... ou não as vê.

Para uma amiga minha, sua vida sexual acabou quando ela engravidou do primeiro filho. O marido decidiu não fazer sexo porque “poderia machucar a criança”.

Então pensei “Filho da puta, a média é de 15 cm e não estamos na Idade Média”.

Mas lá se foram 8 meses sem tocar nela. E quando ela tentou se reconectar com brincadeiras, carícias, lingerie, a resposta foi simples: “Só puta faz isso”.

O segundo filho chegou por acidente... ou pelo destino, quem sabe. Adesivo anticoncepcional, pós-operatório, camisinha rompida e ainda funcionou. Aquela gravidez foi ainda pior. A rejeição sob o pretexto da "saúde do bebê" se transformou em violência emocional: "Me dá nojo ver você tão gorda. Não estou a fim de você."

Quem prepara você para isso?
Para se reconstruir enquanto você está quebrado em mil pedaços?

Assim como aconteceu com minha mãe, comigo e com ela, o desejo nunca nos abandonou. Mas o que você faz quando se sente inferior a um espanador?

Aprender a reaprender sem culpa ou medo é uma batalha em si. E não qualquer uma: uma dessas que você luta entre peitos rachados, bundas horríveis e olhos com mais olheiras do que rímel.

Reconectar-se consigo mesma é difícil. Se trancar para chorar com música, repetindo mil vezes na sua cabeça que você merece se divertir, que é bom te tocar, que você não é louca por querer isso. Olhe no espelho sem se julgar e sinta-se novamente capaz de dizer: “Não preciso que ninguém saiba que sou uma mulher”.

Há casais que, depois da gravidez, desaparecem para sempre. Nem tudo se recupera. Às vezes você não é escolhido. E isso também vale a pena aceitar.

E às vezes também há sorte.

Dei à luz sem perder o amor, mas travei no desejo. Prolactina, olheiras, insônia, medo de não fazer direito. Ainda mãe de primeira viagem com 16 anos, tudo isso me deixou fora de mim.

Não me sentia eu mesma. Não senti vontade. Como se o desejo também tivesse ido embora com o parto. Como se eu também tivesse ido embora.

Mas eu nunca estava sozinha. Meu marido não exigiu isso. Ele não me apressou. Ele não fez me sentir em dívida. Ele apenas esperou. Abraçou. Acompanhou. Ele não me tratava como esposa, nem como mãe. Ele me tratou como a coisa que mais esquecemos no período pós-parto: como uma pessoa.

Ele nunca deixou de me olhar com desejo, nem grávida, nem com olheiras, nem com seios cheios de leite.
Embora eu não acreditasse e dissesse: "Não minta para mim.”

Para cada mulher, retornar a um relacionamento depois de se tornar mãe é um processo diferente e lento. Íntimo. Não ser capaz de gemer alto. Não ser capaz de se mover com tanta veemência. Mas isso também cria, entre as pessoas certas, um novo mundo cheio de descobertas. Novas formas de tocar. De falar suavemente. De acariciar de forma diferente. Para nos encontrarmos novamente em outro idioma. E em muitas ocasiões, mais íntimo.

Às vezes, depois desses maravilhosos momentos decisivos, o corpo não quer mais voltar a ser como era antes. Ele não busca mais a cintura perdida, o desejo adolescente, nem o gemido do cinema. Agora ele quer outra coisa: ser amado como ele é. Apreciado como está. Validado como nunca antes. E hoje eu entendo algo que me mudou: que o desejo não pode ser recuperado. Ela se reinventa. Que tirar depois de dar à luz não é voltar atrás, é reconstruir. Não se trata de reacender a chama onde ela se apagou, mas sim de acender um novo fogo, com uma chama diferente, em outra parte do corpo. Mais suave. Mais livre. Mais seu.

Digo às mulheres que me leem: não vou prometer que tudo ficará bem. Mas eu quero te lembrar de algo que ninguém nos diz o suficiente: você não está quebrada. Você não é menos. Você não está sozinha.

E para os homens que chegaram até aqui sem se sentirem atacados, ouçam isto: a maternidade não é uma pausa no desejo. É uma transformação. Isso não exige que você pare de olhar para sua parceira como uma amante. Ela só pede que você assista na íntegra: com o sangue, o leite, a força, a insônia, o humor estranho, o cansaço eterno e aquela potência bruta de quem dá a vida e ao mesmo tempo busca não desaparecer.

Porque você também tem que aceitar que seu bebê precisa de uma mãe, e que essa mãe precisa continuar sendo mulher. Porque se você não é mulher primeiro, se você não for completa, seus filhos também começarão a carecer de coisas.

Que o desejo não morra onde começa o berço. Que o erotismo não se esconda na gaveta de fraldas. Que o prazer retorne, mesmo quando tudo estiver queimando. Que o corpo se lembre, em meio ao caos, de que ele continua sendo um território sagrado.

E que cada mãe, quando se tocar com desejo novamente, saiba que não está cometendo nenhum pecado. Apenas está voltando para casa.

E isso, minhas amigas e amigos... também é dar à luz.

Anatomia do sexo oral no pênis


Com o sexo oral acontece como com a pizza: cada um gosta de uma forma. E embora a pornografia tenha dado diretrizes, a verdade é que existem truques e dicas baseadas na anatomia do pênis que farão a diferença.

1. Acredite ou não, nem todos os homens gostam de sexo oral (dar ou receber), então pergunte: Você quer que eu goze? Será um detalhe bacana para evitar um momento ruim para a outra pessoa.

2. Que fique claro que você gosta de dar, porque na sexualidade não tem nada pior que a cara de “ele me tocou” 😖

O princípio básico para excitar com um bom sexo oral é que a pessoa que recebe o sexo veja a pessoa que o faz como se estivesse comendo sua sobremesa favorita.

3. Comece pelos testículos.
Você faz o REFLEXO CREMASTÉRICO estimulando suavemente a parte interna da coxa com as unhas e verá como o escroto se contrai imediatamente. É um reflexo que mostra inervação compartilhada. Nunca se esqueça da parte interna da coxa de um homem.

4. Toque os testículos com óleo ou lubrificante. Depois com a boca e a língua, variando os movimentos, chupando, etc.

Ao mesmo tempo, comece a circundar a base do pênis formando um anel com o dedo indicador e o polegar com movimentos curtos.

5. Nunca comece pela boca
Na verdade, começar com uma massagem fará com que o desejo aumente.
Use lubrificante e esfregue com a mão o pênis como se fosse um moedor ou deslizando uma mão após a outra em sequência e finalize com a mão untada com óleo envolvendo a glande.

6. Comece sugando o corpo do
pênis pelas laterais, protegendo os dentes com os lábios, como se fosse a boca de um velho. Lamba apenas o corpo com a língua esticada nas laterais Segure-o com a mão aberta.
️Só nas laterais do pênis. Não engula ainda.

7. Concentre-se na glande, que é a cereja do bolo.
Aponte a língua e circule o sulco e novamente com a ponta você também enfatiza o frênulo como se estivesse fazendo cócegas e ao redor da uretra.
A mão sempre tocando
pênis.

8. Agora você coloca na boca e começa a chupar a glande. Novamente, proteja os dentes com os lábios e a língua aplica pressão ao sugar.
Você também pode mover a língua como uma hélice enquanto suga a glande.
Aperte a glande com os seus lábios.

9. Tente sugar o
pênis inteiro não em direção ao teto, mas puxando-o com os lábios em direção ao umbigo, isso pode produzir uma sensação diferente

10. Se ambos tiverem vontade, podem usar a técnica do Trombone, que consiste em realizar um beijo preto (que também é oral), enquanto massageiam o
pênis.

11. Você pode usar os dentes para roçar leve, lenta e gentilmente o corpo ou os testículos do
pênis como parte do jogo.
Mas cuidado!!!
️ É só um pouquinho! Só para colocar suspense e pronto!

12. IMPORTANTE lembrar que sexo oral transmite doenças! Então, se não for um casal que você sabe que é saudável, é melhor fazer isso com camisinha.

A higiene é uma prioridade.

Usar saliva como lubrificante é emocionante, mas ter uma extra não faz mal.

O deleite dos mamilos femininos

Quando os mamilos são estimulados, o corpo libera ocitocina, o chamado "hormônio do amor", explorando o prazer no seu melhor, isso pode induzir sentimentos de conexão, intimidade e bem-estar. Além disso, a estimulação dos mamilos ativa a mesma área do cérebro que se acende quando os órgãos genitais são estimulados, ressaltando sua importância na resposta sexual.

É essencial destacar que o prazer do mamilo não é apenas físico, mas também pode ser emocional e fortalecedor. Explorar e aproveitar seus mamilos pode ajudar você a se conectar mais profundamente consigo mesma e com sua sexualidade. Pode aumentar sua autoestima e melhorar seu relacionamento com seu próprio corpo.

Durante a excitação sexual, o fluxo sanguíneo aumenta para os mamilos, o que pode deixá-los mais sensíveis e eretos. A estimulação adequada, seja por meio do toque, da língua ou de uma massagem suave, pode levar a um orgasmo delicioso.

Quando você compartilha sua intimidade com um parceiro, a comunicação e o consentimento são essenciais. Falar aberta e honestamente sobre seus desejos, limites e conforto é essencial para uma experiência sexual saudável e satisfatória. Certifique-se de estar em sintonia com essa pessoa e respeite seus desejos e limites também.

Resumindo, os mamilos femininos são uma fonte de prazer e empoderamento que merecem ser explorados e celebrados. Entender sua anatomia e a ciência por trás do prazer pode enriquecer sua vida sexual e emocional. Lembre-se de que cada mulher é única e o que lhe dá prazer pode ser diferente do que dá prazer a outras pessoas. Aproveite seu corpo e sua sensualidade e valorize o prazer como uma parte bela e natural da experiência humana.

Caso você se interesse em se aprofundar mais sobre isso, você pode ler esse post onde dou mais detalhes sobre isso, clicando no link Falemos de mamilos.

O motivo do sexo é importante para você?

No post passado, sugeri aos homens que eles precisam considerar por que querem sexo antes de expressar o desejo. Também sugeri que muitas esposas podem ser mais abertas ao sexo se ele às vezes expressar algo mais do que "estou excitado", “preciso extravasar” ou pelo menos expressar algo além disso. Se ele dissesse que queria se conectar mais ou ter certeza do amor dela, por exemplo. Agora vou um pouco mais para o lado feminino.

Por que ele quer sexo influencia o que você diz se não está procurando sexo no momento? Acho que deveria.

Se minha esposa me dissesse: "Estou entediada, quer dar uma volta?" ou "Preciso de um pouco de exercício, você andaria comigo?", eu teria menos probabilidade de dizer sim do que se ela dissesse: "Preciso conversar, podemos dar uma volta?" Eu tentaria dizer sim independentemente do motivo pelo qual ela quisesse fazer isso, mas se eu estivesse ocupado ou cansado, encontraria uma maneira de ela precisar conversar. O tédio pode ser resolvido de outras maneiras e ela pode se exercitar sozinha, mas precisar conversar é mais importante e requer que eu participe.

Não estou sugerindo que estar com tesão ou precisar de “liberação” sejam razões inválidas para buscar sexo. Mas acho que os homens precisam pensar além disso. Quando éramos adolescentes, se já se passaram 24 horas, estávamos com tesão e precisávamos de “liberação”. Na verdade, muitos de nós nos sentíamos assim com 12 horas. Mas se seu marido não tem vinte e poucos anos e está fazendo sexo regularmente, ele não deve estar tão excitado a ponto de não sentir os outros motivos pelos quais quer fazer sexo com você. Parte disso é apenas fazer o que ele sempre fez. Também creio que muitos homens acham que seu desejo e necessidade física são coisas prováveis ​​para fazer você dizer sim. Para ele, o físico é muito importante, então ele presume que é o mesmo para você.

Se você quiser ajudar seu marido a pensar além do físico ou se quiser ouvir mais do que isso dele, pergunte a ele por que ele quer fazer sexo. Perguntas como "O que você está buscando?" ou "O que fazer sexo faria por você?" seriam boas maneiras de ajudá-lo a ir mais fundo. Ou tente "O que além da liberação e do prazer físico você obtém do sexo?"

Por que você quer sexo? E se não for só sobre estar excitado?



Boas-vindas aos que estão acompanhando o blog, recebi o convite para fazer mais uma postagem e aqui estamos nós. Esse post vai ser direcionado mais aos homens, mas espero que o público feminino também marque sua presença e de o seu feedback. Atte., Luciano.

Começo então com a pergunta de um milhão. Por que você quer sexo?

Provavelmente o primeiro motivo que veio à sua mente foi "porque estou com tesão" ou "porque preciso extravasar".

Somos homens, é isso que devemos dizer, certo? Fomos treinados para pensar que essa é a nossa razão para o sexo. Também podemos pensar que é uma razão que nossa esposa deve respeitar. Mas é só isso que existe no seu desejo por sexo? Há momentos em que você quer sexo e não está tão com tesão e não precisa extravasar?

Não estou dizendo que tesão ou necessidade de gozar são motivos ruins para o sexo. Se você sente essas coisas, sexo com sua esposa é a maneira de lidar com elas. Mas e se houver mais? E se você foi tão programado para pensar "Eu procuro sexo porque estou com tesão" que não consegue sentir toda a verdade?

Sexo é um ato profundamente íntimo. Sejamos honestos, alguns de nós têm dificuldade com intimidade e ainda mais em buscá-la. Então, talvez às vezes, quando pedimos sexo, o que buscamos principalmente é intimidade. Sexo pode ser reconfortante. Alguns homens não conseguem pedir conforto e podem usar sexo para obtê-lo. Ou talvez você tenha tido um dia longo e estressante e queira ser mimado um pouco. Você não pode pedir isso, mas pode pedir uma punheta ou um boquete, que é ela se concentrando em você. Talvez você não possa pedir para ela mimá-lo, mas você se sente bem pedindo para ela mimar seu pênis.

O que você acha que aconteceria se você pedisse sexo à sua esposa e explicasse que estava procurando principalmente conforto, intimidade ou ser mimado um pouco? A maioria das mulheres ficaria agradavelmente surpresa com isso. Isso torna sua sexualidade tridimensional e a maioria das mulheres veria isso como algo muito bom. Na verdade, algumas mulheres estariam mais dispostas a fazer sexo ou algo sexual para o marido por um desses motivos do que porque ele quer gozar.

Da próxima vez que você procurar sexo, pergunte a si mesmo o que está causando isso. Quais são todas as coisas que estão te empurrando? Qual é a principal agora e o que mais há também? Se você é um cara jovem ou não está fazendo sexo com frequência suficiente, o tesão e a necessidade de liberação provavelmente sempre estarão lá, mas procure por mais do que isso.

Orgulho Sexual

Todos nós queremos saber que temos o que é preciso. E talvez isso seja particularmente profundo quando se trata de nós mesmos sexuais. Mas o medo de parecer tolos ou ignorantes pode eventualmente levar a um orgulho que nos impede de experimentar o melhor de Deus.

Por exemplo, muitas vezes presumimos que, como o sexo é natural, deveríamos saber naturalmente o que fazer para deixar nossa esposa nas nuvens em êxtase sem sermos ensinados. Embora possamos recorrer secretamente à pornografia ou a piadas grosseiras para aprender sobre sexo, nosso orgulho muitas vezes nos impede de recorrer a fontes confiáveis ​​e qualificadas, ou mesmo de ter conversas significativas com nossa esposa. E, com certeza, nossa esposa será nossa melhor professora em relação à sua própria sexualidade.

Damos um tiro no próprio pé quando o orgulho nos impede de admitir humildemente o que não sabemos e assumir a postura de um aluno disposto a aprender. E, apesar de quanto fingimos saber, muitas vezes estamos apenas nos escondendo atrás de nossa bravata e culpa.

Por um lado, nossa capacidade de dar prazer à nossa esposa se torna menos sobre amá-la e mais sobre nossa própria necessidade desesperada de validação. Queremos exibir nossas habilidades sexuais para provar (principalmente para nós mesmos) que somos o homem.

Por outro lado, somos propensos a culpar nossa esposa por sua falta de interesse e paixão quando ela não responde aos nossos avanços da maneira que achamos que deveria. E nosso orgulho nos impede de sequer considerar que talvez sejamos o problema, com muito a aprender.

Claro, queremos saber que temos o que é preciso e que há um lugar para a confiança sexual, oferecendo e aproveitando corajosamente quem somos como seres sexuais. Mas a confiança é forjada pelo caminho da humildade, não do orgulho.

No final, não há necessidade de fingir confiança. Humilhe seu orgulho e permita-se ser ensinável. Este é o caminho para a verdadeira confiança e uma vida sexual gratificante.

Por Luciano Tôrres

O inferno do ciúme!

 

O ciúme, apesar de ser um sentimento de posse, em nossas vidas é geralmente tratado como um sentimento humano normal, bem como alegria ou raiva. Afinal sentimos ciúmes do cônjuge, nossos irmãos, amigos, colegas; da mesma maneira, nos movemos ou sensibilizamos outras de nossas emoções.

Estes aparecem em todos os estágios de nossa vida, a diferença entre o ciúme aceitável e os que transformam à vida em um inferno é quando esse ciúme se torna celotipia, e acredite em mim, torna-se um inferno tanto para o celotípico quanto para a pessoa que é o alvo desses ciúmes transbordando.

A Celotipia, é um distúrbio em que se sofre demais. Existem muitas maneiras de exemplificá-lo, seu parceiro pode vê-lo bonita em sua roupa e sentir ciúmes dos olhos que se posicionarão em você, mas o celotípico o proibirá sem rodeios ou gradualmente de se vestir de uma certa maneira, falar com pessoas do sexo oposto, revisar suas coisas particulares como seu telefone celular, seu e-mail ou suas redes sociais, a ponto de tentar te isolar do mundo, um dia você poderá se encontrar evitando ter amigos devido ao medo infundido por uma pessoa com esse distúrbio, ainda assim, não será suficiente para a paranoia que o celotípico sofra de assediá-lo com pensamentos fantasiosos sobre sua fidelidade, tem pensamentos fixos e delirantes, que nem com as provas mais irrefutáveis, você pode discutir e, no final, fará você se sentir culpado disso.

A Celotipia é sofrida por homens e mulheres, destrói os relacionamentos e, no processo, sua autoestima e integridade. Todos os exemplos que dei são uma forma de violência, ninguém tem o direito de proibir uma amizade, o relacionamento com seus colegas de trabalho, proibir o trabalho para que você não tenha contato com ninguém, te anular de alguma forma, perseguir ou assediar você, faça você deixar suas redes sociais tanto as virtuais como na vida cotidiana; essas violências escalam até chegarem à física, peça ajuda se você estiver em alguma dessas situações e sentir que não pode sair desse relacionamento.

A celotipia pode ser tratada, aproximando-se de um psicólogo ou psiquiatra, este último pode sugerir tratamento farmacológico para reduzir a ansiedade que esse distúrbio causa. Se você sofre de celotipia e sua vida se tornou um inferno, ou você é assediado pela celotipia de outra pessoa, não hesite em procurar ajuda. É normal que o celotipico não aceite de primeira que ele tem um problema, e o primeiro passo para resolver um problema é aceitar que há um problema. Se é você quem está relacionado a uma pessoa com esse distúrbio, também há tratamento para você, não é fácil sair de um relacionamento destrutivo, na verdade considero que é difícil, mas nunca impossível. Todos nascemos com o direito de viver livre de violência.

*Para quem não me conhece, sou mexicana e não achei uma palavra exata para isso em português, mas isso é algo definido como um ciúme doentio/possesivo.

Higienização anal para o sexo e no dia-a-dia


Foto site Dra. Franciele Perondi (coloproctologista) [recomendo a visita]

Você sabe limpar e lavar o seu ânus? Se você acha que a resposta é óbvia, tenho uma notícia para te dar...

A região anal tem uma pele extremamente sensível. Ela não só pode ser facilmente ferida e irritada como também é mais propícia a infestações bacterianas, fúngicas e virais por conta da localização. Para quem faz sexo anal, além da higiene em si, o cheiro, o gosto (rs) e a estética também podem ser importantes. Então segue algumas dicas aprovadas por proctologistas.

Não use papel higiênico: Ele irrita a pele do ânus, não higieniza o local e não é nem de longe apropriado para isso. O correto depois de evacuar é lavar a região com água corrente. Em casos isolados, o lenço umedecido pode ser utilizado. O papel higiênico é ideal para SECAR o cu depois de usar o chuveirinho, e não para limpar.

A higiene da região anal é apenas EXTERNA: Chuca não tem absolutamente nada a ver com higiene, seu objetivo é o de evitar o “cheque”, apenas. Além de não haver nenhuma necessidade de lavar o canal anal, o reto, depois da evacuação, fazer isso para além do necessário pode causar um desequilíbrio da microbiota o que acentua o mau cheiro.

O mesmo vale para a forma de lavar a área externa. Não há nenhuma necessidade de exagerar na fricção e o uso de sabonetes muito agressivos pode alterar bruscamente o pH local, causando infestações fúngicas, bacterianas etc. O produto ideal para a higiene anal é o sabonete neutro de bebê.

Se você quiser caprichar de verdade na skincare do seu amigo e garantir que ele esteja sempre bem cuidado, tem uns sabonetes especiais que sempre indico, são o Procto Wash e o Proctoderm. Eles são perfeitos para os momentos em que a região estiver mais sensível, tipo depois do oba-oba ou da depilação.

Não use nada além de sabonete e água: Hidratantes, perfumes, ácidos (sim, já vi a galera recomendando aplicação caseira de ácido para clareamento), vão desregular a proteção natural da região e, ao invés de cheirosa, sua região anal vai ficar com um cheiro desagradável mais forte do que o normal.

A região também precisa estar sempre bem seca: Depois do banho, pressione bem (sem esfregar) a toalha por toda região anal. Se der, fique um pouco com a bunda peladinha pelo quarto para secar bem antes de se vestir. Cu limpo e sequinho = tudo de bom.

A higiene anal se estende à higiene de tudo que vai entrar em contato com essa região, sobretudo das cuecas e calcinhas. Prefira sempre o algodão no dia-a-dia, evitando tecidos sintéticos. Vale muito investir em ciclos de lavagem para esterilização em tempos de maior calor e umidade, com bicabornato de sódio, por exemplo. Isso salva demais no verão!

Comida e sexo andam juntos?!

 

Não, este não é um post sobre usos criativos para chantilly e calda de chocolate no quarto (não que haja algo errado com isso!).

Em vez disso, listei abaixo seis metáforas gastronômicas que podem ajudar a melhorar a intimidade sexual em seu casamento.

1) Fast Food
Em meio ao caos e às demandas da vida diária, às vezes sexo rápido é tudo o que você tem tempo e energia para fazer, mas você não pode viver só disso. Não é saudável e é caro no departamento de intimidade. Às vezes, você precisa reservar uma ou duas horas apenas para se concentrar em encontrar prazer um no outro. Quando se trata de intimidade sexual, não há substituto para o tempo.

2) Jantar requintado
Restaurantes sofisticados prestam muita atenção à aparência da sua refeição no prato. As aparências importam e podem deixar uma impressão duradoura. Quanto esforço você coloca em sua "apresentação" na hora de dormir? Escove os dentes, penteie o cabelo, adicione estrategicamente um pouco de perfume ou colônia, use algo para dormir que seu cônjuge ache atraente e que faça você se sentir sexy. Deixe seu quarto atraente com velas, boa música e lençóis luxuosos. Ir além na preparação diz ao seu cônjuge que você o ama e o deseja.

3) Uma nova culinária
É divertido e emocionante experimentar um ótimo restaurante novo. Da mesma forma, há um novo tipo de energia sexual e foco que está disponível com uma mudança de local. Se você não fez isso recentemente, reserve um quarto de hotel ou uma cabana na montanha para um fim de semana. Isso lhe dará tempo para se concentrar exclusivamente um no outro, sem as pressões normais de casa, e permite que vocês tenham bastante tempo para aproveitar um ao outro sexualmente. E a mudança de cenário pode ajudar a tirá-lo de uma rotina sexual, dando a você a liberdade de experimentar e mudar um pouco as coisas. Não sei exatamente o porquê, mas há algo diferente sobre sexo quando há um número na porta. (Se um hotel estiver fora de questão por razões orçamentárias ou de cuidados com as crianças, escolha um novo quarto da casa como uma mudança de local.)

4) Jejum
Embora o sexo regular e frequente seja uma parte importante de um casamento saudável, é possível usar períodos prescritos de abstinência (5, 7, 10 dias ou o que vocês decidirem mutuamente que não seria prejudicial à saúde) para criar e construir antecipação sexual. A ideia é acelerar a intimidade não sexual, dar toda a sua atenção para expressar amor e desejo sem sexo. Vá em frente, provoque e flerte. Fale sobre o quanto você sente falta do prazer e planeje o que fará quando tudo acabar - tudo faz parte da preparação para quebrar seu jejum.

5) Compulsão
Na linha oposta, também vi “desafios sexuais” regulares em vários sites de casamento que desafiam casais a fazerem sexo por 3, 7, 10 ou até 30 dias seguidos. Não importa quanto tempo vocês escolham para a compulsão um do outro, o objetivo é fazer do sexo uma prioridade e então usar o tempo para aprender sobre si mesmos e sobre o outro sexualmente. Vi muitos testemunhos do impacto positivo e rejuvenescedor que esse desafio tem nos casamentos.

6) Junk Food
Encare isso, estamos cercados por coisas que são sexualmente prejudiciais. A mídia e as indústrias de entretenimento raramente retratam o sexo conjugal como gratificante e excitante. Em vez disso, eles glamourizam aleatoriamente “ficar”, sensacionalizam e normalizam casos extraconjugais e retratam o casamento como uma instituição ultrapassada e irrelevante. A tecnologia moderna concede acesso fácil a coisas como pornografia, salas de bate-papo e uma vasta gama de outras oportunidades destruidoras do casamento. Simplesmente não faça isso. Até mesmo coisas tão “inofensivas” como o Facebook e romances podem causar danos. Quando se trata do seu casamento, mantenha a comida sexual lixo longe!

Criando um menu sexual

Hoje vamos criar um “menu de sexo” para presentear seu cônjuge com uma noite especial que realmente acerte o alvo. Seu cônjuge vai adorar ter um monte de atividades deliciosas para escolher, e vocês dois poderão aproveitar a expectativa o dia todo se compartilharem o cardápio com antecedência.

Seu menu deve incluir quatro pratos:
Aperitivo: Tenho certeza que você sabe que tipo de preliminares seu cônjuge gosta, então coloque alguns de seus favoritos no menu do curso de abertura.

Entrada: A entrada é o evento principal da noite, pode ser uma posição sexual favorita, um jogo, um cenário de role-playing ou o que você quiser oferecer ao seu cônjuge.

Sua Sobremesa: Se quero um orgasmo, sempre tenho o meu antes do digníssimo ter o dele. Se você for como nós, então a primeira seleção de sobremesas deve ser adaptada às necessidades orgásticas da esposa (a menos que ela opte por não ter uma). Se a esposa está criando o cardápio como um presente para o marido, pode ser especialmente agradável oferecer-lhe que escolha como ela quer. O cardápio pode incluir brinquedos, posições ou até vocalizações orgásticas.

Sobremesa dele: Qual a melhor maneira de terminar sua refeição sexual do que com o orgasmo do marido? É claro que há a questão de como ele quer gozar e em que posição, mas também pode ser oferecido a ele uma seleção de lugares para ejacular: boca, vagina, corpo, bunda ou o que quer que ela queira oferecer.

Considere incluir um Especial Diário - isso deve ser algo que... bem... você não está ansioso para fazer todos os dias, mas que está disponível agora por tempo limitado.

Quanto ao menu em si, as opções são inúmeras.
Texto: uma distração maravilhosa para receber no trabalho.

Cardápio impresso: Transforme o cardápio em um artesanato e crie uma lembrança para seu cônjuge — e um adereço que você poderá usar novamente no futuro.

Escreva em seu corpo: Esta opção pode ser a mais sensual, escreva as seleções do curso em todo o seu corpo para que seu cônjuge as encontre e considere.

As esposas também podem considerar “Como apresentar seu corpo ao seu marido para sua admiração” para enfatizar o ângulo mais sexy. Se você tiver sorte, seu marido poderá lhe dar mais do que apenas uma gorjeta!

Apresentando seu corpo ao seu marido para sua admiração

 

Depois de postar “como admirar o pênis do seu marido”, recebi alguns e-mails pedindo conselhos sobre como um marido pode admirar o corpo de sua esposa. Para me ajudar nisso chamei o digníssimo e vamos abordar essa questão neste post, começando com alguns conselhos para uma esposa sobre como apresentar seu corpo ao marido para sua admiração e atenção.

O marido geralmente não hesita em exibir o pênis na frente da esposa, principalmente durante um encontro sexual, mas muitas mulheres têm vergonha de seus corpos, mesmo com os maridos. Recebo e-mails frequentes de leitoras que sofrem de vergonha corporal de uma forma ou de outra, o que é muito comum em nossa cultura hoje. Neste blog, incentivo os leitores a se esforçarem para estarem em forma e serem atraentes para seus cônjuges, mas você deve manter expectativas realistas para você e seu cônjuge. Este blog não pode resolver os medos corporais de todos(as), mas para os propósitos desta postagem, vamos assumir que você pode superar qualquer ansiedade que possa ter em relação ao seu corpo e dar o melhor de si para seu cônjuge!

“Apresentação é tudo” geralmente se refere à comida, mas os homens são criaturas visuais e nossa fome é naturalmente atraída por qualquer coisa que pareça saborosa – incluindo as esposas. Esposa, seu marido quer ver seu corpo nu! Tudo isso. Ele quer devorar você com os olhos (e espero que com a boca também). Quando você descartar sua timidez e ansiedade e apresentar seu corpo a ele, ele fará com que valha a pena.

Aqui estão algumas dicas de como uma esposa pode apresentar seu corpo ao marido:
Nu: Lingerie sexy é adequada para algumas ocasiões, mas para fins de apresentação sexual você quer estar nua e descoberta. Deixe-o ver todo o seu corpo.
Limpar: Esteja limpa e bem cuidada. Torne-se apetitosa. Lavar, depilar, escovar os dentes, etc.
Sem vergonha: Não seja tímida e retraída, seja ousada! Coloque-se para fora, mente e corpo. Ombros para trás. Costas arqueadas. Cabeça erguida.
Vulnerável: Esteja disposta a ser vulnerável na frente de seu marido. Deixe-o ver e tocar você. Não se intimide com seus olhos ou mãos.
Se abrir: Mantenha uma postura aberta – abra as pernas para revelar suas partes femininas; mantenha os braços abaixados ao lado do corpo ou atrás das costas para expor os seios; mantenha a cabeça erguida e os olhos abertos.
Convidativa: Se seu marido é tímido, convide-o a olhar para você e tocar em você. Pergunte a ele como ele quer que você se posicione ou se ele quer que você se toque. Ajude-o a se sentir confortável admirando você.
Submissa: Siga o exemplo do seu marido. Mesmo que ele esteja sendo tímido, convide-o a assumir o controle de você. Peça a ele para liderá-la e faça o que ele diz.
Contato visual: Mantenha os olhos em seu marido. Você não precisa olhar constantemente nos olhos dele, mas certifique-se de que ele tenha sua atenção enquanto admira você.
Entusiasmada e receptiva: Não seja relutante ou hesitante, ou seu marido poderá recuar. Seja entusiasmada por ele e responda à sua admiração com óbvio prazer.

Existem várias posições que são particularmente boas para uma esposa se apresentar ao marido. O objetivo dessas posições é dar ao seu marido uma boa visão do seu corpo e torná-lo disponível para sua admiração e prazer.
De pé: Fique em pé, afaste os pés na largura dos ombros, coloque os ombros para trás, coloque os braços atrás das costas, arqueie as costas e mantenha a cabeça erguida.
Ajoelhada: Sente-se sobre os calcanhares, com os joelhos afastados, as mãos nas coxas, os ombros para trás, as costas arqueadas e a cabeça erguida.
Águia espalhada: Deite-se de costas com as pernas abertas e os braços acima da cabeça ou ao lado do corpo. Você pode manter as pernas retas, ou levantar os joelhos, ou levantar as pernas no ar, dependendo da boa visão que deseja dar ao seu marido.
Estilo cachorrinho: De mãos e joelhos, com a bunda voltada para o marido. Joelhos ligeiramente afastados, costas arqueadas. Mantenha a cabeça erguida e olhe para seu marido por cima do ombro - você provavelmente verá uma expressão de pura luxúria em seu rosto.

Agora que a esposa está se apresentando, o que o marido pode fazer para admirar o corpo dela? Vamos copiar algumas das ideias de "Como admirar o pênis do seu marido" e adaptá-las para um marido que admira a esposa.

Não tenha medo do corpo de sua esposa. Se sua esposa está usando as ideias acima, ela está apresentando seu corpo para você porque quer que você olhe para ela e a toque. Não seja tímido. Ela está convidando você para entrar. Se você hesitar ou agir de forma desconfortável, ela vai perceber e se sentir constrangida. Sua ousadia e entusiasmo por ela aumentarão a confiança de sua esposa.

Explore o corpo de sua esposa: Use os olhos, as mãos, os dedos e a boca para explorar o corpo de sua esposa. Quando sua esposa se apresentar a você, não pule direto para o sexo – reserve um tempo para saborear a refeição! Não se concentre exclusivamente nas partes sexuais dela; mostre a ela que você admira todo o seu corpo. Vá devagar. Mostre sua admiração pelo corpo dela através do seu toque.

Seja confiante e assuma o controle: Sua esposa está se tornando vulnerável e submissa, então você precisa liderar as atividades. Não hesite em dizer-lhe como se mover ou se posicionar, mas lembre-se de que o foco está no corpo dela, não no seu! Oriente-a para o comportamento que o ajudará a agradá-la e admirá-la.

Tente dizer a ela o que fazer em vez de movê-la você mesmo – dê a ela a oportunidade de ser submissa.

Admire a fisicalidade de sua esposa: Diga a sua esposa o quanto você ama o corpo dela. Seja específico: o que você gosta nisso? Não apenas quais partes, mas quais qualidades? Por exemplo:
“Eu amo o seu cheiro”
“Eu amo o seu gosto”
“Você é tão macia e quente”
“Seus seios estão incríveis”
“Eu amo o jeito que você sente em minhas mãos”
“Eu quero me sentir deslizando para dentro de você”
“Olhar para você me deixa tão duro”
“Não consigo deixar de olhar para você”
“Eu queria ver você assim o dia todo”
“Você está tão molhada, você deve querer alguma coisa”

Diga a ela o que você vai fazer sexualmente com ela: Assim como os homens, as mulheres querem ser desejadas. Diga a sua esposa o quanto você deseja fazer amor com ela e o que deseja fazer com ela.
“Mal posso esperar para colocar minhas mãos em você”
“Vou fazer você gritar de prazer”
“Vou beijar cada centímetro do seu corpo”
“Vou te comer até você me implorar para parar”
“Vou explodir se não conseguir entrar em você”

Capacidade de resposta durante o sexo: Admire o corpo de sua esposa enquanto faz sexo.
Gemidos em geral são sexys. Não aja de maneira enganosa, apenas verbalize o prazer que está sentindo.
“Seu corpo é tão bom contra mim”
“Você é tão apertada comigo”
“Você se sente tão bem em meus braços”
“Adoro sentir suas pernas em volta de mim”
“Você fica tão sexy quando me monta”
“Vou explodir dentro de você”
“Mal posso esperar para sentir seu orgasmo”

Admire o corpo dela depois do sexo: Diga a sua esposa o quanto você gostou do corpo dela.
"Seu corpo é incrível"
“Você é tão sexy”
“Eu amo o jeito que você estava se movendo”
“Eu adoro segurar você enquanto você tem orgasmo”
“É tão bom entrar em você”
“Você sabe exatamente como me tocar”
“Eu nunca quero deixar seu corpo ir”

Esperamos que estas ideias ajudem as esposas a serem abertas e vulneráveis ​​com os seus corpos e ajudem os maridos a demonstrar admiração e amor pelas suas esposas. Se você tiver mais ideias ou dúvidas, deixe um comentário abaixo!

Como admirar o pênis do seu marido

 

Os homens muitas vezes têm tanta vergonha do corpo quanto as mulheres, embora não seja tão aceitável para um homem admitir isso. É comum que um homem se preocupe se seu pênis não é tão grande, atraente, duro ou potente como “deveria” ser – de acordo com os padrões que a sociedade impõe através da mídia. Mesmo além da pornografia – que é um problema em si – simples sitcoms familiares fazem piadas frequentes sobre pênis às custas dos maridos e sugerem que as esposas desejam um tipo de corpo que a maioria dos homens não possui e não pode alcançar.

Neste post vou dar algumas sugestões de como uma esposa pode edificar o marido admirando o pênis dele. Mesmo que seu marido nunca tenha expressado qualquer ansiedade em relação ao pênis, garanto que ele leva seu membro muito a sério. Ainda mais do que o seu sémen, o pénis de um homem representa o seu poder masculino, virilidade e essência. Essas ideias com certeza deixarão seu marido mais confiante, feliz e afetuoso (dentro e fora da cama).

Não tenha medo disso: Esperamos que seu marido esteja mantendo o pênis limpo (e possivelmente fazendo a barba), então não tenha medo de chegar bem perto. Se você se sentir desconfortável perto do pênis dele, ele definitivamente notará e se sentirá constrangido. A principal forma de superar essa aversão é familiarizar-se com ela, seja num contexto sexual ou não. Olhar o pênis dele, tocar, manusear, falar sobre ele, brincar com ele, conhecê-lo. Faça amizade com o pênis do seu marido – é o seu pênis também!

Toque físico: Provavelmente nem é preciso dizer, mas seu marido adora quando você toca o pênis dele. Não toque nele com relutância ou hesitação, fique entusiasmada! Use as mãos e a boca, é claro, mas não hesite em usar outras partes do corpo também. Seu rosto, pescoço, seios, barriga e bunda são áreas muito íntimas que você pode esfregar no pênis de seu marido para mostrar seu desejo por ele.

Admire sua fisicalidade: Diga ao seu marido o quanto você ama o pênis dele. Seja sincero - o que você gosta nisso? Esta é uma maneira super fácil para uma esposa iniciar o sexo. Exemplos:

“Eu amo como você me preenche”
“Eu amo como você se sente dentro de mim”
“Você é tão duro!”
“Você tem um gosto tão bom”
“É tão bom quando você desliza para dentro de mim”
“Só de olhar para você eu fico tão molhada”
“Você está me deixando com água na boca!”

Nota importante: não diga a ele que seu pênis é grande, a menos que realmente seja; os homens sabem, e se você mentir sobre isso, isso simplesmente prejudicará tudo o mais que você disser.

Peça antes do sexo: Assim como as mulheres, os homens querem ser desejados. Mesmo que o marido inicie o sexo na maioria das vezes (o que parece comum), a esposa pode validá-lo expressando o seu desejo pelo seu pênis. Aqui estão alguns exemplos:

“Eu preciso de você dentro de mim agora”
“Meu corpo está doendo por você”
“Vá devagar, quero sentir cada centímetro de você”
“Por favor, me encha!”
“Mal posso esperar para envolver meus lábios em torno de você”
“Eu estive querendo provar você o dia todo”
“Mal posso esperar para engolir você”

Capacidade de resposta durante o sexo: Algumas maneiras de responder especificamente ao pênis do seu marido é aja como se estivesse doendo um pouco. Não o suficiente para fazê-lo parar ou se preocupar, mas um pouco de gemido quando ele entrar será de grande ajuda. Se ele hesitar, diga-lhe: “Não, não pare! É incrível!

Gemidos em geral são sexys. Não estou sugerindo que uma esposa deva agir de maneira enganosa, apenas que você verbalize o prazer que está sentindo.

“Eu me sinto tão completa quando você está em mim”
“Você se sente tão quente dentro de mim”
“Você se sente tão duro dentro de mim”
“Me bata com mais força!”
“Meu corpo parece tão cheio!”
"Sim! Eu precisei disso o dia todo”
“Eu amo sentir você tão profundamente em mim”
“Eu posso sentir você atirando dentro de mim”

Mostre apreciação depois do sexo: Diga ao seu marido o quanto você gostou do pênis dele.

“Não acredito que isso caiba dentro de mim” – de novo, se for plausível.
“Vou ficar dolorida por um tempo depois disso!”
“Mal posso esperar para ter você dentro de mim de novo”
“Deixe-me lamber você”
“Você me bateu bem por dentro”
“Eu me sinto tão vazia por dentro sem você aí”

Aproveite seu sêmen: Aceitar o sêmen do seu marido é sinônimo de desfrutar do pênis dele. Quando uma esposa aceita o sêmen do marido em seu corpo, isso demonstra aceitação, desejo, vulnerabilidade e submissão.

 Isto provavelmente parece um assunto estranho para a maioria das esposas, mas maximizar a quantidade de sêmen é muitas vezes uma questão de orgulho e diversão para os homens.

O sêmen é quase místico para os homens. Não é apenas uma gosma quente, é um símbolo de sua masculinidade, potência, virilidade e essência. Além de essencial para a intimidade, o sêmen cria vida. Sexo para tentar engravidar é um dos melhores sexos.

Sêmen e esperma são diferentes. O sêmen contém esperma, mas também inclui uma série de ingredientes saudáveis. Além de que quanto mais sêmen geralmente significa que o homem teve um orgasmo mais longo, o que certamente é um benefício indireto.

Nota: É extremamente improvável que pílulas e suplementos afetem a quantidade de seu sêmen. Poupe seu dinheiro.

Bem, esposas, prevejo que se vocês usarem uma dessas ideias todos os dias, terão um enorme efeito positivo em seus maridos!

Você tem uma dica para compartilhar? Maridos, há algo que vocês gostariam de ouvir de sua esposa? Deixe um comentário abaixo.