Google+ Meu Mundo: Abril 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Relacionamento com os sogros e sogras

Hoje 28 de abril é dia da sogra. Você já pensou em dar um presente, mandar flores ou simplesmente dar um abraço e os parabéns à sua sogra? O seu relacionamento com ela não está tão bem?

Então o Dia da Sogra é uma excelente oportunidade para demonstrar grandiosidade de espírito e dar o primeiro passo na busca da reconciliação. Afinal, ela é a mãe de seu cônjuge e é ou vai ser a avó de seus filhos. O bom relacionamento nora, sogra e filho-marido, ou, genro, sogra e filha-esposa, é muito importante.

De nada nos adianta saber a teoria, se os conhecimentos e boas intenções não se cristalizam em propósitos claros e firmes. O bem deve ser praticado já. Em que consiste então, do ponto de vista prático, o amor da nora pelos sogros? Veja algumas regras de ouro que de certa forma, o resumem:

* Aceitar a ajuda dos sogros, pedir que "dêem uma mão" cuidando dos filhos, nas compras, na escolha de um bom lugar para passar os fins de semana, etc... Ou seja, se deixar ajudar por eles. Os sogros, avós ou não, se sentem muito honrados de que as noras e genros precisem deles... Até onde for razoável precisar é claro.

* Acompanhá-los, fazer companhia a eles. Quando a nora está com os sogros, eles devem sentir a sua companhia. Não dá pra estar de qualquer maneira, por simples obrigação, pensando em outra coisa, desejando ir embora, assistindo à televisão ou se ocupando em alguma tarefa na cozinha, você tem que estar de verdade, centrando todo o afeto e atenção neles. Você pode estar com os sogros durante várias horas no fim de semana, ou apenas uns breves minutos em que se passa pela casa deles para cumprimentá-los... Tanto faz. O essencial não é o tempo, e sim demonstrar afeto por eles.

Fazer companhia é uma bela maneira de conviver e de alegrar a solidão dos pais e dos sogros. Não esqueça que a palavra companhia (do latim cum e panis) significa compartilhar o pão. Haverá algo mais íntimo e expressivo para manifestar a afeição que nos une àqueles que necessitam de nós?

* Se aconselhar com os sogros, pedir conselho com frequência sobre os mais diversos assuntos, mesmo que em princípio você saiba muito bem o que fazer, afinal, ninguém é obrigado a pôr em prática sempre aquilo que te recomendam. Por outro lado, quantas vezes não se descobrem "dicas" de grande valia e utilidade prática onde nem sequer se suspeitava que elas podiam ser encontradas! Portanto, quanto mais conselhos e vai haver poucos tão desinteressados como os dos sogros melhor.

* Ajudá-los. No relacionamento com os sogros, se deve evitar procurá-los principalmente por motivos utilitários. A melhor maneira de sanar essa tendência, tão em voga hoje em dia pela insegurança que caracteriza os casais jovens, é "virar o jogo". Eu me explico... Por que não poderia a nora perguntar de vez em quando à sua sogra: "Em que posso ajudá-la?" E não se trata, obviamente, de uma mera fórmula de cortesia, é uma atitude de serviço. Porque você deve estar disposta a "meter a mão na massa", se essa pergunta receber resposta...

Dica rápida destinada à multidão de avós e sogros animados por uma grande vontade de viver e de continuar na linha de frente, talvez vocês repugnem especialmente a perspectiva de deixar ser ajudado pelos seus filhos e seus cônjuges, porque "vocês se sentiriam inúteis". De certa forma, a vida toda de vocês transcorreu com a preocupação de servir os outros, e agora... Mas vocês devem deixar ajudá-los, mesmo que seja apenas para dar ocasião aos seus filhos por natureza ou afins de demonstrarem o seu carinho por vocês.

* Autonomia. Um jovem casal deve estar empenhado em construir o seu próprio lar, ou seja, em buscar quanto antes à autonomia. A primeira coisa que eu falei foi aceitar a ajuda dos sogros que é uma forma de caridade, mas nada tem que ver com depender deles por tempo indeterminado, sobretudo em matéria econômica. Um casal jovem tem de buscar a sua autonomia em todos os âmbitos e o quanto antes!

Hoje, são cada vez mais comuns os casos em que os sogros de um ou de ambos os lados têm que ir socorrer os recém-casados, primeiro para pagarem o apartamento ou a casa, depois para não se atrasarem com as prestações do carro, depois para montarem um negócio próprio... E se chega a uma situação em que esses "filhinhos de papai" acham simplesmente "natural" que "os velhos" deixem de sair de férias ou adiem uns consertos na casa para acudir aos seus gastos.

Li em algum lugar que "a boa sogra deve ter a boca fechada e a bolsa aberta". Penso que este é um dos casos em que a sabedoria popular se equivoca. É evidente que pode haver situações inesperadas em que seja necessária uma ajuda "extra", mas isso não pode se tornar um incentivo habitual, dizendo com todas as letras, para a indolência, a imprevidência ou a ambição dos jovens. Do ponto de vista dos sogros, é preciso que vençam a timidez e aprendam a dizer "não", ou "basta", de maneira amável, porém decidida, mas a iniciativa deveria partir sejamos honestos da jovem geração, tão ciosa de moldar a própria vida.

O que digo da ajuda econômica se aplica igualmente a todos os outros "subsídios" que se solicitam aos sogros: transformar a casa deles em "pensão", enquanto ainda não se tem moradia própria, ou em "berçário" deixando habitualmente o filho pequeno com eles nos fins de tarde ou fins-de-semana, só para se poder "curtir" com tranquilidade o curso de cerâmica ou o cineminha, ou pior ainda em "restaurante" ("Mamãe, vim jantar aqui hoje porque a minha esposa resolveu fazer compras com as amigas e só volta tarde", ou, pior ainda: "A gente veio jantar hoje porque o meu marido não estava com vontade de cozinhar hoje"), etc.

Prezadas candidatas a noras ideais, este é um ponto que eu desejaria que todas soubessem e estejam cientes. Amar é o contrário de ser um fardo!


Um ótimo dia da sogra a todas as sogras, especialmente a minha e principalmente pra sogra do meu esposo que é a melhor do mundo! hahahaha

terça-feira, 27 de abril de 2010

Ódio

Eu tenho, você tem e eu duvido que aquele cara ajoelhado na frente do santo ou aquela mulher descalça numa ciranda espírita não tenham: ódio. Eu não sou só isso, eu não sou assim o tempo todo, eu não me baseio nisso, hoje estou melhor, mas antes eu odiava, e como. Então voltando no tempo vou fazer um relato de como eu era... Lembrando que algumas coisas ainda não mudaram!!! A cada dia eu odeio mais conscientemente, a cada ano eu odeio mais especificamente e a cada noção da vida eu odeio mais verdadeiramente.

Eu odeio que encostem o cotovelo, a bunda ou uma cerveja molhada em mim enquanto eu tento encontrar um espaço para dançar. Eu odeio que se encostem a mim porque odeio a pele de um desconhecido indesejado. Odeio homens com camisetinhas justas e colares. Odeio garotas de nariz empinado em suas calças que de tão apertadas fedem corrimento. Odeio meninas ensebadas que mexem demais no cabelo e olham para os lados com vergonha da própria existência. Odeio homens que olham para bundas como se admirassem uma carne pendurada no açougue e odeio mais ainda quando fazem bico e aquele sim com a cabeça, tipo "concordo com o mundo que ela é muito gostosa", e se ele fizer aquela chupada pra dentro do tipo "hummmmm delícia" já é algo que ultrapassa os limites do meu ódio. Bater o dedinho do pé na quina, futebol pelo rádio, mania de batuques (sim, foi para você), cigarro enquanto eu estou comendo (ou a qualquer hora), mau atendimento em restaurante (ou em qualquer lugar) e pessoas que não sabem chupar laranja ou tomar sopa sem sonoridades. Odeio quem ignora a necessidade do desodorante, do retoque na raiz preta e da hora de parar com a comida.

Odeio que faça sol se preciso de uma desculpa para não sair de casa. Odeio chuva se tenho roupas novas de verão. Odeio flanelinhas, patricinhas. Odeio mau hálito e mais ainda o fato de que justamente as pessoas que tem mau hálito são aquelas que falam mais baixo e nos obrigam a ter que chegar perto. Eu odeio machismo, submissão e mais do que tudo isso ter que ser forte o tempo todo. Eu odeio com toda a força do meu ódio o telemarketing e que me chamem de "senhora Débora" duzentas vezes por minuto. Odeio todas as meninas bonitas do ginásio que já tinham peitos e bundas naquela época e hoje provavelmente devem estar caídas e usadas. Odeio o professor Cláudio que me mandou calar a boca porque era um lixo de professor, mas queria aparecer. Odeio muito mais do que telemarketing que empurrem a minha cabeça para fazer sexo oral: a chupetinha comandada! Vai abaixar a cabeça da sua mãe, seu filho da puta! Os homens tinham que aprender logo que não precisa enfiar a língua lá no fundo e fazer aquela cara de nojo, lambe o clitóris e mostre que você sabe mais do que quem foi o campeão do Brasileirão de 89. Odeio homossexuais enrustidos que usam a desculpa "ah, eu só pego de modelo pra cima" para não pegar uma mulher.

Odeio tatuagem tribal e toques de celular personalizados. Odeio a nova moda das atrizes, modelos e manequins de tatuar a inicial do namorado da semana. Odeio bolsas Louis Vuitton, elas são feias e caras e quem usa é a típica lânguida que eu odeio, de rosto fino, cabelo fino e cérebro fino frequentadora dos shoppings finos. Odeio todas as bandas de rock que se parecem, as músicas norte americanas de hoje em dia que se parecem. Odeio ter vontade de fazer cocô logo depois que eu tomei banho. Odeio o fim do sexo com aquela lambuzeira toda {não em mim, mais nas coisas}. Odeio pessoas muito oleosas, muito peludas, muito suadas e acima de tudo meninas que cheiram a lavandas e gostam de adesivos de ursinho. Odeio bijuteria dourada mais do que qualquer telemarketing ou chupadinha comandada. Odeio brilho em vestidos... Agora, cascata de néon em formatura está acima dos meus poderes em odiar. Odeio quem comemora porque passou numa faculdade que meu primo de 8 anos passaria e quem diz "peguei a mina", "Pega no meu pau, muleque!" Odeio bolsa de couro sintético combinando com o sapato de couro sintético {se as fivelas combinarem eu posso enfartar a qualquer momento}.

Odeio os Estados Unidos, mas odeio muito mais o fato de gente que tem sangue europeu, africano ou como eu latino mas fica imitando esses estúpidos, que também têm sangue europeu, africano e latino, mas são estúpidos por herança criada. Odeio a frase "eu vou no super, comprar umas cervas para o churras". Odeio cariocas que se acham superiores só por causa da praia, mas vêm ganhar dinheiro aqui. Odeio cariocas que se acham fodas porque já saíram com alguma atriz da Globo e todos já saíram. Odeio a vontade que eu sinto de rebolar quando escuto aquela imbecil da Britney Spears, odeio ter chorado no Titanic e odeio assistir Celebrity Profile pra saber o que a Pamela Anderson faz além de ter dor nas costas {porque não deve ser fácil carregar duas jacas diariamente}, mas eu assisto. Odeio quem chega em casa depois de uns malhos no carro e enfia o dedo no meio das pernas porque tava louca para dar, mas "ele ia me achar muito fácil", mas eu também odeio mulher que sai dando pra meio mundo e perde o mistério. Sei lá, essa coisa toda de dar vai ser sempre uma dúvida e eu odeio dúvidas. Odeio meninas caçadoras de homens ricos, mas sair com um cara que está tentando começar um relacionamento e ter que rachar a conta é foda, sempre achei mais simpático me deixar pagar a conta toda. Rachar é péssimo!!!

Prefiro virar a cara, prefiro cuspir, prefiro odiar, quando eu era criança sonhava todas as noites que arrancava os olhos de todo mundo e só eu podia enxergar o quanto era feio eu ser como sou.

domingo, 25 de abril de 2010

Shaquille O'Neal - Discografia {Download}

Vou estrear o blog com um post sobre o rapper, jogador da NBA e ator Shaquille O'Neal, o qual eu conheci através do meu marido em meados de 2003 e muitas de suas musicas fizeram parte da minha historia de vida. Apesar de O'Neal ser bastante conhecido e até ter números expressivos de vendas de álbuns, é desconhecido de muita gente que ele tenha lançado mais de um disco. Então deixarei aqui alguns trabalhos dele. {para baixar só clicar na capa}.



Shaq Diesel (1993)
Track listing
1. Intro
2. (I Know I Got) Skillz (Featuring Def Jef)
3. I'm Outstanding
4. Where Ya At? (Featuring Phife Dawg)
5. I Hate 2 Brag
6. Let Me In, Let Me In
7. Shoot Pass Slam
8. Boom!
9. Are You a Roughneck?
10. Giggin' on 'Em (Featuring Phife Dawg)
11. What's Up Doc? (Can We Rock) (Featuring Fu-Schnickens)
12. Game Over



Shaq Fu: Da Return (1994)
Track listing
1. No Hook Feat. Method Man & RZA
2. Newark to C.I. Feat. Keith Murray
3. Biological Didn't Bother (G-Funk Version)
4. My Dear
5. Shaq's Got It Made
6. Mic Check 1-2 Feat. I’ll Al Skratch
7. My Style, My Stelo Feat. Erick Sermon & Redman
8. (So U Wanna Be) Hardcore
9. Nobody
10. Freaky Flow Feat. Mr. Ruffneck & General Sha
11. Biological Didn't Bother (Original Flow)
12. Shaq-Fu: Stand And Deliver



You Can't Stop the Reign 1996
Track listing
1. Shaquille (Interlude)
2. You Can't Stop the Reign (Featuring Notorious B.I.G.)
3. D.I.V.A. Radio (Interlude)
4. It Was All a Dream
5. No Love Lost (Featuring Jay-Z & Lord Tariq)
6. Strait Playin' (Featuring Peter Gunz & DJ Quik)
7. Best to Worst (Featuring Peter Gunz)
8. Legal Money (Featuring Mobb Deep)
9. Edge of Night (Featuring Bobby Brown)
10. S.H.E. (Interlude) (Featuring S.H.E.)
11. Let's Wait a While
12. Can I Play Gunz (Featuring Peter Gunz)
13. Just Be Good to Me (Feat.Alicia Renee)
14. More to Life (Featuring Smooth B, Bobby Brown & Ralph Tresvant)
15. Big Dog Stomp
16. Game of Death (Featuring Easy Mo Bee)
17. Outtro (Interlude) (Featuring Lord Tariq)



Respect (1998)
Track listing
1. Intro
2. Fiend '98
3. The Way It's Goin' Down (Featuring Peter Gunz)
4. Voices (Featuring Sauce Money)
5. Fly Like an Eagle (Featuring Trigga)
6. The Light of Mine (Interlude)
7. Go to Let Me Know
8. River (Interlude)
9. Heat It Up (Featuring Loon)
10. Pool Jam
11. Make This a Night to Remember (Featuring Peter Gunz & Public Announcement)
12. Blaq Supaman (Featuring Marion)
13. Psycho Rap (Interlude)
14. Deeper (Feat. K-Raw & Sonja Blade)
15. The Bomb Baby (Feat. K-Raw & The Deadly Venoms)
16. 3 X's Dope (Feat. Sonja Blade)
17. Like What
18. 48 @ Buzzer
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